| Bom
Jesus, 03/12/2005:
Desta vez, a
família Diehl quase que lotou o Carraro. Ana e Ricardo, Carina e
Rafael, Elise e Raul, Daniel, alem da Magali e Jorginho.Fazia exato um
ano que não pescávamos com iscas artificiais, imaginem a
"fome" que estávamos. Chegamos antes da 9 horas da manhã
no Carraro, o vento forte e frio estava presente. A temperatura
abaixo do 15º celsius e a sensação térmica muito abaixo.
Começamos logo a pescar, ou melhor a ajudar as "patroas"
que desta vez foram junto. Muito black bass nas salamandras e
minhocas (os maiores) e tantos outros nas iscas de meia água. Depois do almoço, já com menos vento e temperatura
mais agradável, começou a sair também nas iscas de superfície,
principalmente quando arremessávamos mais para o meio do açude. Mas o que realmente valeu é que a "mulherada" pescou
bastante e esperamos que tenham "pegado gosto" e nos
acompanhem mais seguidamente. |
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| Ana |
Elise |
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| Carina |
Daniel |
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| Ricardo |
Rafael |
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| Raul |
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| O
melhor da festa, a hora do almoço... |
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| Rio
das Antas |
Rio
das Antas |
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| Ponte
sobre o Rio das Antas |
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| Bom
Jesus, 12/12/2004:
Desta vez
saímos no sábado
a tarde de Porto Alegre com o Team Diehl completíssimo. Fomos os
três, Diego, Rafael e Ricardo. Na passagem por Novo Hamburgo
completamos a "família" com o Raul e o Daniel. Saímos
com 27° centígrados e na chegada a Bom Jesus, onde
pernoitamos no Hotel Angelina, levamos um baita susto, a temperatura
era de 9° centígrados e baixando... Domingo de manhã o vento e o
frio estavam de lascar, mas fazer o que, vamos pescar. Chegamos no
Carraro, e já estavam lá o pessoal do Munaia (Ivan, Sandro &
cia), nossos já tradicionais parceiros de pesca. Durante a manhã,
até próximo do meio dia os Bass estavam muito manhosos, poucos
ataques e inconsistentes. Próximo ao meio dia resolvemos, o Rafael
e eu (Ricardo) tentar com iscas de superfície (stick, popper, zara)
e aleluia aparecerem os Bass. Era bater a isca na água, dar uma ou
duas trabalhadas e a ação era instantânea. Virou uma festa.
Pescamos até o fim da tarde somente com iscas de superfície e de
meia água. Também estavam lá o André e amigos bem como o Jorge
Gazul e a Magali, do Lindóia. |
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| Diego |
Rafael |
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Ricardo |
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Raul |
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| Black
Bass expulsando
a minhoca |
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| Daniel |
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| Bom
Jesus, 02/11/2004: Saímos
de Porto Alegre eu (Rafael) e o André as 4 horas da madrugada rumo
a Novo Hamburgo onde fomos com o Raul e o Daniel direto a Bom Jesus,
para pescar no Carraro. Na chegada, muito frio mas durante o dia o
sol apareceu e o calor se fez presente. Lá encontramos o Ivan e o
Sandro do Munaia Pesca. Novamente muitos Black Blass. |
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| Rafael
e André |
Rafael
e Raul |
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Raul |
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| "Bocão" |
Cor
da água |
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| Bom
Jesus, 09 e 10/10/2004: Fui
(Ricardo) novamente pescar em Bom Jesus a convite do pessoal do
Munaia Pesca, do Ivan, Sandro & Cia. Junto foi Daniel Diehl.
Baita parceiros. Pescamos sábado a tarde no Dudu e domingo no
Carraro. Só quem esteve lá pode avaliar o que tem de Black Bass
nestes açudes, contando ninguém vai acreditar, portanto... |
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Daniel |
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| 42
cm |
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| Sandro |
Ivan |
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| Ecoland,
29/05/2004: Fomos
eu (Rafael) e o Alexandre até o Ecoland. O dia prometia,
temperatura amena, pouco vento. Sol a pleno, mas poucos ataques das
bocudas. Parece que trocaram as traíras do açude, pois somente
pegamos pequenas. As maiores "sumiram"... Peguei também
um belo cat fish com isca natural. Mas cuidado, mais 4 novos pardais
na estrada de Novo Hamburgo até Igrejinha foram instalados, parece
que esta "praga" nunca vai acabar... |
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| Traíras
pequenas |
Cat
fish |
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| Bom
Jesus, 01 e 02/05/2004: Passamos
um verdadeiro sufoco nesta pescaria. De São Francisco de Paula até
Bom Jesus, a cerração estava de amargar. Em alguns lugares a
média não ultrapassava os 10 km/h. Após 4 horas de viagem lá
chegamos. O Rafael, eu (Ricardo), o Ivan e o Sandro, estes do Munaia Grupo de
Pesca de Novo Hamburgo. Realmente baita parceiros, tanto na pesca
como na convivência. Muito frio e chuva na manhã de sábado, vento
frio e sol no domingo. O mais importante é que pegamos alguns black
bass. |
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| Levamos
1 hora para rodar 15 km para pescar no sábado |
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| Sandro |
Ivan |
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No
meio do açude uma família de ratões do banhado |
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| Na
frente da cabana, churrasco no sábado a noite |
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| Todos
os Black Bass são liberados após a captura |
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| Fazenda
Schimdt, 03/04/2004: Saímos
de madrugada rumo a Fazenda Schimdt em Araçá-RS O dia meio nublado,
prometia chuva, o que não ocorreu. Pegamos algumas traíras, até
próximo das 10 horas. Após este horário não deu mais nada. No total
algumas batidas e peguei (Ricardo) 3 traíras. Já o Douglas, normal, argolou ... |
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| Francine, Douglas e Ivete |
Açude
da mangueira |
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| Somente
peguei com isca de superfície (stick) |
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Açude
onde batemos iscas e nada de peixe |
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| Ecoland,
27/03/2004: Apesar
da garoa e do mormaço, conseguimos algumas traíras, fora as que
perdemos na hora de tirar d'água. A bem da verdade estávamos
"meio enferrujados" pois a mais de 60 dias não
pescávamos com artificiais. Cada vez que pescamos no Ecoland, damos
uma "limpada no lago". Desta vez "pescamos" um
guarda-sol... |
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| Ecoland,
03/01/2004: A
Carina, o Raul e o Daniel, que estreiava
equipamento novo, me acompanharam (Rafael). Dia de muitas batidas mas poucas
fotos já que as traíras estavam escapando na hora de colocá-las
fora d'água. No total pegamos 12 traíras. |
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| Daniel |
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| Quero-quero,
20/12/2003: Já
saímos de casa com espírito de poucos peixes. O dia nublado,
quente e sem vento dava impressão de imensa sonolência, o que se
confirmou. Quando chegamos já passava das 9 horas e os ataques eram
poucos e inconsistentes. Após o almoço continuava tudo
igual. Poucos ataques, e estes muito "sem graça". Até
parece que as traíras já nos conhecem e evitam nossas iscas ...
Encerramos a pescaria antes das 15 horas pois começava a chover.
Apesar de tudo ainda pegamos 13 bocudas. |
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| Quero-quero, 07/12/2003: Muito
pouco para escrever, poucos ataques, poucos peixes, em compensação
calor e sol a "pleno". Pegamos somente 8 bocudas. |
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| Ecoland,
06/12/2003: Desta
vez, saimos em caravana para o pesqueiro. Foram junto conosco: o Raul, o Daniel e o Diego. Logo na chegada o espanto com a
beleza do local. De cara o Daniel pegou duas bocudas e o Raul
outras. Parece piada, foram pescar, nem equipamento levaram, usando
os nossos e tirando uma atrás da outra e nós (Rafael e Ricardo)
nada. No fim todos pegaram algumas a exceção do Diego que
"argolou", ficando intacto. No total pegamos 19 traíras,
algumas muito boas, mas o inusitado do dia foi a cadeira plástica
que o Rafael pescou. Ficamos de voltar uma próxima vez, com as
"patroas". |
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| Daniel |
Raul |
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| Rafael
e a cadeira |
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| Quero-quero,
23/11/2003: Chegamos
tão cedo, antes das 8 horas da manhã que o pesqueiro ainda estava
fechado... Começamos a bater as iscas e logo pegamos seis belas
traíras. É hoje que vamos "afundar", foi o nosso
pensamento. Conversa, começou a esquentar e as "dentuças"
simplesmente sumiram. Corremos todo o açude e volta e meia um que
outro ataque. Após o almoço, tradicional carreteiro, fomos para a
sombra, embaixo das acácias. Mesmo na sombra o calor era
insuportável. Até as 16 horas o Rafael e a Carina pegaram mais
algumas traíras, mas o Ricardo "ficou no dedo". Pegamos
20 traíras. |
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| Vamos
"afundar" |
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| Berbigier,
22/11/2003: Pouco
depois das 8 h da manhã, cheguei (Ricardo) no pesqueiro em Charqueadas.
O dia prometia, muito sol e sem vento algum. Iniciei a pescar no lago
da pesca esportiva e após poucos arremessos, levei um
"baita" susto. Estava trabalhando um stick (prata/laranja)
e a isca simplesmente sumiu. Dei a ferrada e senti o "peso do
monstro". Pouca briga, mas o peso e a corrida lateral muito
grande. Breves instantes e eis que surge uma tartaruga (ou cágado,
não sei a diferença). Minha primeira tartaruga na artificial. No
resto do dia muito pouca ação, segundo os entendidos as traíras
estão desovando, por isso muito manhosas. O pesqueiro Berbigier é
realmente muito grande, com diversos açudes.O único senão são
as "tranqueiras" em todos eles, mas tudo isto
é compensado pela atendimento da dona Olga, proprietária e
cozinheira de primeira linha. Peguei 8 traíras. |
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| Tartaruga
capturada no stick |
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| Ecoland,
08/11/2003: sábado
7 h e 30 min saímos de Porto Alegre rumo ao Ecoland em Igrejinha, mais ou
menos uns 80 km. Pouco mais de uma hora e já estávamos pescando.
Haviam informado que tinha muito Black Bass por lá. A Carina
estreando todo o equipamento novo, no primeiro arremesso, pimba,
pegou um belo Bass, diga-se de passagem, primeiro e único de toda a
pescaria. Nós que havíamos nos preparado todo para a captura do
Bass só ficamos com a recordação deste. Partimos para a pesca das
traíras. Realmente muitas e boas. Só estavam atacando no fundo (shade).
Algumas simplesmente não batiam e corriam para a borda do açude,
tinha-se que dar "máquina" para esticar o nylon e ferrar
o bicho. Destas em número de no mínimo seis não tiramos d'água
nenhuma. Ou saltavam fora da água soltando o shade ou simplesmente
abrindo o grampo. Pior ainda, estourando o nylon (0,25) como
aconteceu com o Rafael. Cômico foi o "banho de açude"
que o Ricardo levou. Foi
passar o passagua numa traíra do Rafael e resvalou. Por sorte não
tinha ninguem filmando, pois a cena foi hilária. Pegamos no total
30 traíras. |
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| Carina
na estréia com belo Black Bass |
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Ricardo
após o banho |
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| Diversas: |
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| Ricardo
e sua 1º traíra |
Rafael
e sua 1º traíra |
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| Mesmo
a menor traíra vale ser fotografada |
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| Repare
no tamanho pouco maior que a isca |
As
vezes, pega-se pelo "rabo" |
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| Esta
foi pescada "na grama" |
Cat
fish capturado no spinner |
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| Cat
fish capturado no spinner |
Rodamos
300 km para pescar Black Bass, mas eram minúsculos |
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André
junto na foto |
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| Quando
pescou a 4ª em 4 arremessos seguidos, riu sozinho |
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